Carminha congelada no caminhão de lixo. Foto:Reprodução
O blog tem de confessar: sentiu pena de Carminha (Adriana Esteves) no capítulo de quarta-feira de "Avenida Brasil". A megera viu Max (Marcello Novaes) nos braços de Nina (Débora Falabella), ficou desorientada, bateu o carro, tomou um porre, teve uma conversa surreal com ela mesma sobre Deus ("Só podia ser homem mesmo. Fazer o mundo em seis dias, deu nisso!", disparou) e acabou no caminhão de lixo. Adriana estava tão bem que até a música do "congela" seguiu o ritmo do veículo. A "trilha" não só durou muitos segundos a mais do que o normal como fez parecer que a personagem estava indo ladeira abaixo.
Uma amiga do blog ainda tentou justificar o irresistível sentimento de pena: "A história dela é triste. Lucinda começou a contar", lembrou. Bom, mas nada justifica o que a vilã fez e ainda faz com os que estão em sua volta. Abandonar o filho e a enteada no lixão, dar o golpe em Tufão, fazer com que seu amante virasse seu concunhado e ainda morasse na casa de seu marido, maltratar a filha e enterrar Nina viva. É demais. O problema é que Adriana está arrasando tanto (vai do céu ao inferno com facilidade) no papel que a mente da gente não quer entender (ou relembrar?) que a fofa merece tudo o que está lhe acontecendo. Dá vontade de gritar: "Sai compaixão! Este corpo não te pertence!".
Dolores exibe boa forma. Foto: Reprodução
E por falar em corpo... O que foi a exibição da silhueta marombada de Soninha Catatau, ou melhor, Dolores (Paula Burlamaqui) no mesmo capítulo? Durante a cena, muitos marmanjos devem ter pensado: "Casa, Diógenes, casa!". Para uma "crente", ela está com as coxas torneadas demais. E antes que alguém diga que é pura inveja, isto é um elogio! É que não é comum ver uma serva tão dedicada (e conservadora) arrasando no corpão... Pelas roupas que usa, Dolores não parece ter tempo e vontade para malhar a esse ponto.
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