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    Raiva, pena e violência: fim de Max não poderia ter sido melhor. Tchau, bebezão!

    Foto:Reprodução

    Max (Marcello Novaes) foi um capacho durante quase toda "Avenida Brasil". Era um boneco de Carminha (Adriana Esteves) e a atuação de Novaes parecia propositalmente inexpressiva (teve até autor dizendo que Adriana merecia um companheiro de cena melhor). Somente em poucas cenas era possível sentir o quanto o personagem poderia ser violento (em duas ou três situações ele tentou bater em Carminha e sempre perdia a paciência com Nilo),  mas nos últimos dias Max explodiu e roubou a cena na novela. O personagem, que deveria ter morrido no capítulo 62,  se superou brilhantemente. Deu a impressão que o autor João Emanuel Carneiro quis homenagear o ator por tanta dedicação.

    "O papel só foi crescendo e devo isso ao João Emanuel, ele foi dando força ao personagem", disse Marcello ao blog recentemente.E como! O bebezão gigolô de repente virou um homem astuto e violento. Deu medo quando ele se mostrou louco e um potencial assassino, raiva quando tentou estuprar Nina, pena quando ele contou que queria que Jorginho (Cauã Reymond) se chamasse Maxwel e pavor ao vê-lo morto todo ensaguentado e com um machado ao  lado de corpo (a fotografia da novela, aliás, deu um show). Max pode não ter sido um grande personagem (até porque Adriana roubou a cena em quase toda a novela, né?), mas teve um fim digno de tal. Marcello arrebentou.  Tchau, bebezão. Valeu!

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    Sobre Janaína Nunes

    Formada em 1997 pela Universidade Metodista de São Paulo, Janaína Nunes foi repórter do "Diário do Grande ABC", "Agora SP", revista "Minha Novela" (editora Abril) e "Diário de São Paulo". Antes de assumir o blog Em Off, em 2012, cuidava da coluna Olá, do "Agora São Paulo". Ligada nos bastidores da TV, Janaína conta diariamente em primeira mão tudo que rola dentro e fora das telinhas.