A decisão de Ângela Birmarchi de permanecer em "A Fazenda 5" ainda está gerando muita discussão. Várias pessoas acham que a Record deveria ter ao menos liberado a peoa para ir ao velório da irmã e que não ter feito isso foi muita crueldade. Outros dizem que Ângela é que deveria ter saído já que se trata apenas de um jogo.
No sábado, horas depois do ocorrido, o blog conversou com Rodrigo Carelli, diretor do reality da Record, que ainda estava lidando com a situação, e ele explicou: "O participante sabe que nem em caso de morte pode deixar o programa. Se optar por sair, não poderá voltar. É a regra e está no contrato. Nós nos comprometemos a avisá-los e um psicólogo acompanha tudo. É algo difícil, mas está lá. Foi a primeira vez que aconteceu isso numa edição de 'A Fazenda' e todos nós ficamos tristes com o caso da irmã da Ângela, mas eles entram sabendo como funciona o jogo e têm de escolher", lembrou.
Resumindo: a Record joga a decisão nas mãos dos participantes. Não os impede de sair, mas os impede voltar. Pode até soar cruel, mas os integrantes não estão presos no local, têm a liberdade de partir. Aliás, eles não são nem obrigados a assinar o contrato. O mesmo aconteceu quando a irmã de Cida, do "BBB2", morreu. Ela foi informada do ocorrido e, assim como Ângela, decidiu ficar na atração. Até hoje ela diz não estar arrependida. Ângela fez certo ou só pensou no dinheiro? A consciência dela é quem vai dizer e o público julgará.
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